domingo, 6 de agosto de 2023

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO TEÓRICO DA LÍNGUA DE SINAIS I CÓSIGO: AC29662701-EAD.INESPEC CARGA HORÁRIA 90 HORAS/AULAS. CARGA CRÉDITO: 6 CRÉDITOS. USA. EMENTA:

  https://universa.faveni.edu.br/acesso/autenticacao/login


 

INFORMAÇÃO PRT 29.662.701/2023 – As 08:20:39, de 6 de agosto de 2023.

PROGRAMA DA PÓS-GRADUAÇÃO

DISCIPLINA APLICADA NOS PROGRAMAS DAS ESPECIALIZAÇÕES: HEMATOLOGIA. BIOLOGIA MOLECULAR. PSICANÁLISE. NEUROCIÊNCIA. PSICOPEDAGOGIA. SAÚDE MENTAL. PSICOPATOLOGIA.

NÍVEL: ESPECIALIZAÇÃO – PÓS-GRADUAÇÃO.

Atividade Complementar: Professor CÉSAR AUGUSTO VENANCIO DA SILVA – Especialista – EAD-INESPEC(2023.2.)

CREDENCIAIS DO DOCENTE/PESQUISADOR/ORIENTADOR:

Psicanalista –  https://universa.faveni.edu.br/documentos/documento-requerido/consultarcertificado-digital?pesCpf=165.541.243-49&chave=24BF7FA1- 0FFE7DD3-6726A7FE-1D5F7EFC

24BF7FA1-0FFE7DD3-6726A7FE-1D5F7EFC

Neurocientista - https://universa.faveni.edu.br/documentos/documentorequerido/consultar-certificadodigital?pesCpf=165.541.243-49&chave=73A43EA2- 212E397E-F96741E8-0EFC9559 73A43EA2-212E397E-F96741E8-0EFC9559

Biologista -

 

 

INFORMAÇÃO PRT 29.662.701/2023 – As 08:20:39, de 6 de agosto de 2023.

PROGRAMA DA PÓS-GRADUAÇÃO

DISCIPLINA APLICADA NOS PROGRAMAS DAS ESPECIALIZAÇÕES: HEMATOLOGIA. BIOLOGIA MOLECULAR. PSICANÁLISE. NEUROCIÊNCIA. PSICOPEDAGOGIA. SAÚDE MENTAL. PSICOPATOLOGIA.

NÍVEL: ESPECIALIZAÇÃO – PÓS-GRADUAÇÃO.

Atividade Complementar: Professor CÉSAR AUGUSTO VENANCIO DA SILVA – Especialista – EAD-INESPEC(2023.2.)

CONSIDERAÇÕES – JUSTIFICATIVA INTERDISCIPLINAR.

A Língua de Sinais é uma língua viso espacial e se apresenta em uma modalidade diferente da língua oral, uma vez que utiliza a visão e o espaço, e não o canal oral- auditivo, ou seja, a fala. A Língua de Sinais faz uso de movimentos e expressões corporais e faciais que são percebidos pela visão. A modalidade visual-espacial, utilizada na língua brasileira de sinais (libras), permite expressar emoções, apelos e sensações. E, como qualquer outro idioma, ela não é universal e pode variar até entre grupos da mesma região, dando origem a uma linguagem popular, as gírias.

Atualmente no Brasil existem cerca de 2,3 milhões de pessoas surdas, que se comunicam majoritariamente em Libras. Apesar da Língua Brasileira de Sinais ser reconhecida por lei no nosso país desde 2002, ela ainda não está presente em ambientes muito importantes, como as instituições de ensino. Ou seja, temos várias pessoas surdas que precisam dessa língua para se comunicar e ter acesso às informações, mas a educação brasileira não inclui o ensino de Libras na maioria das escolas. Em 2020 recebemos indicativo de que tal situação vai mudar.

As Instituições de Ensino Superior vem implementado em suas grades curriculares, em particular na Pós-graduação ESPECIALIZAÇÃO a disciplina Libra.  Nesse sentido o parlamento nacional recebeu proposta de “projeto de lei para inclui ensino de Libras como disciplina obrigatória do currículo do ensino fundamental”. Projeto citado em 17/12/2020. O Projeto de Lei Federal número 3986/2020 inclui o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como disciplina obrigatória no currículo do ensino fundamental.  “A Língua Brasileira de Sinais é usada por milhões de brasileiros. De acordo com o IBGE, há mais de dez milhões de pessoas com alguma deficiência auditiva no Brasil”, afirma a deputada Greyce Elias (Avante-MG), autora da proposta.

Janeiro é considerado o Dia Internacional da Educação (24 de janeiro), queremos apoiar a iniciativa das Faculdades abaixo relacionadas, e juntos vamos entender sobre a importância do ensino de Libras e quais ações podemos tomar para apoiar essa causa.

O ensino de libras é essencial para que a gente possa promover a inclusão das pessoas surdas, e de outras que se comunicam na Língua Brasileira de Sinais.

A Lei Brasileira de Inclusão (LBI) é uma das principais legislações quando se trata dos direitos das pessoas com deficiência. Ela possui um capítulo inteiro dedicado à educação, e graças a ele o MEC (Ministério da Educação) lançou a portaria nº 20, voltada para as instituições de ensino superior. Essa portaria exige que as faculdades estejam acessíveis seguindo a legislação em vigor. Sem seguir essa lei, as universidades não conseguem credenciar ou recredenciar seus cursos.

Mais recentemente, em 2021, foi aprovada a Lei nº 14.191, que determina uma educação bilíngue para pessoas surdas, tendo a Libras como primeira língua, e o português escrito como segunda. A proposta é iniciar esse projeto na educação infantil, mas fazer com que ele siga toda a jornada educacional do estudante surdo.

Por fim, está tramitando no Senado Federal hoje o Projeto de Lei nº 5961 de 2019, que busca incluir “nos currículos do ensino fundamental e do ensino médio, para todos os alunos, sejam surdos ou ouvintes, conteúdos relativos à Língua Brasileira de Sinais (Libras)”. A ideia é justamente promover um sistema de educação inclusivo na prática.

Aprender uma língua significa atribuir significações ao mundo por meio de uma linguagem, assim sendo, uma criança surda que vive numa sociedade de maioria ouvinte deve buscar outra linguagem para comunicação, já que para os ouvintes a fala é o modo hegemônico de comunicação. Assim, cria-se uma via de mão dupla: os surdos aprendem como a sua primeira língua a língua de sinais da sua comunidade, logo, a sua segunda língua será a escrita da língua onde vivem. Por sua vez, os ouvintes têm como primeira língua a língua falada e escrita pela sua comunidade, já a língua de sinais pode tornar-se a sua segunda língua, se assim desejarem. E essa coexistência pode ser saudável para a sociedade.

O ensino de Libras pode ser dividido em duas categorias: para as pessoas surdas ou para as pessoas ouvintes. Muitas pessoas surdas nunca aprenderam Libras formalmente. Isso ocorre porque elas normalmente são as primeiras da família com surdez, então ninguém do seu entorno tem contato com o idioma. Outras vezes, ocorre por conta do ouvintismo presente na sociedade, que impede as pessoas surdas de aprenderem a língua de sinais, e as faz se adaptar à língua falada de seu país. No caso do Brasil, o português. O ensino focado nas pessoas da própria comunidade surda muitas vezes é feito direcionado para crianças que não possuem o domínio da língua de sinais. Dessa forma, as escolas devem se preocupar em criar ambientes propícios para o aprendizado da Libras em primeiro lugar, e só depois para o ensino do português. Agora, ensinar Libras para pessoas ouvintes é um outro processo, mas também muito importante! Vamos falar mais sobre esse tema ao longo deste artigo. De qualquer forma, o que você já precisa entender é que o foco do ensino de Libras é promover uma melhor comunicação e acesso à informação para as pessoas da comunidade surda.

Esta disciplina “Língua Brasileira de Sinais (Libras)” objetivou trazer discussões sobre essa língua e todos os aspectos subjetivos que a constitui, como por exemplo os artefatos culturais, identitários e abordagens educacionais para alunos surdos. Além disso, é realizado um estudo que traz à luz o sistema linguístico dessa língua visuo-espacial que constitui a sua cientificidade. Longe de esgotar o tema, o debate sobre os sujeitos surdos e sua língua, contribui para o desenvolvimento do processo de construção de ensino e aprendizagem da Libras e, principalmente, colabora para a prática de todos os profissionais.

O professor indicado para orientar essa disciplina tem bastante experiência teórica com os conteúdos da DISCIPLINA. Especialista em Psicanalise, Psicopedagogia e Neurociência, serão responsável por esta disciplina-curso de ATIVIDADES COMPLEMENTARES.

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO TEÓRICO DA LÍNGUA DE SINAIS I

CÓSIGO: AC29662701-EAD.INESPEC

CARGA HORÁRIA 90 HORAS/AULAS.

CARGA CRÉDITO: 6 CRÉDITOS. USA.

EMENTA:

OBJETIVOS.

(A) Geral:  Compreender o processo histórico da Língua Brasileira de Sinais, sua estrutura e principais repercussões no campo linguístico, na cultura surda e educação das pessoas surdas.  

(B)  Específicos:       Ao final desta Unidade Curricular, o aluno deve estar preparado para:   • Discutir a mudança conceitual sobre as pessoas surdas ao longo da história; • Analisar o status atribuído à língua de sinais nas filosofias educacionais para surdos: oralismo, comunicação total e bilinguismo; • Reconhecer aspectos da identidade e cultura surda; • Discriminar os aspectos fonológicos e morfossintáticos da Libras; • Praticar conversação básica conforme léxico abordado na disciplina.

EMENTA: História da Língua de Sinais. Concepção sociocultural sobre a surdez e implicações sociais, linguísticas, legais e culturais. Abordagens educacionais para educação de surdos: oralismo, comunicação total e bilinguismo. Introdução aos aspectos fonéticos, morfológicos e sintáticos da Libras.

SUBEMENTA: 

1.      FUNDAMENTOS DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS)

2.      TERMINOLOGIAS

3.      CONCEPÇÕES DE SURDEZ

4.      CULTURA SURDA

5.      IDENTIDADE SURDA

6.      ABORDAGENS EDUCACIONAIS

7.      O TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS (TILS)

8.      TIPOS DE DISCURSO

9.      CÓDIGO DE ÉTICA

10.  O FUTURO PROFISSIONAL DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS

11.  LEGISLAÇÃO INCLUSIVA

12.  DOCUMENTAÇÃO INTERNACIONAL INCLUSIVA

13.  LEGISLAÇÃO INCLUSIVA BRASILEIRA

14.  LEGISLAÇÃO PARA A INCLUSÃO DE SURDOS

15.  LEI LIBRAS: CONQUISTA HISTÓRICA

16.  ASPECTOS LINGUÍSTICOS DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS)

17.  ICONICIDADE E ARBITRARIEDADE

18.  VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS

19.  FONOLOGIA DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

20.  MORFOLOGIA DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

21.  LIBRAS COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL

22.  CONSIDERAÇÕES FINAIS

23.  BIBLIOGRAFIAS.

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICOI.

I - História da Língua de Sinais e sua evolução aqui no Brasil.

1 – Direitos Humanos e a língua Libra?

2. Principais fatos históricos sobre as línguas de sinais no mundo e no Brasil;

3. As comunidades linguísticas de surdos;

3. Mitos sobre as línguas de sinais.

II. Filosofias educacionais para a educação de surdos

1. Oralismo;

2. Comunicação Total;

3. Bilinguismo.

III. O reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais e principais desdobramentos.

1. Lei 10436/2002 (Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras Providências.);

2. Decreto 5626/2005 (Regulamenta a Lei 10436/2002).

IV. A cultura surda.

1. O Povo Surdo;

2. Artefatos Culturais do Povo surdo;

3. A cultura e a Identidade Surda.

V. Aspectos fonológicos da Língua Brasileira de Sinais.

1. Os parâmetros fonológicos da Libras;

2. Pares mínimos;

3. A estrutura sublexical: simultaneidade e sequencialidade;

VI. Aspectos morfológicos da Língua Brasileira de Sinais.

1. A marcação de gênero;

2. Processos de derivação da Libras;3. Classificação verbal da Libras.

VII. Aspectos sintáticos da Língua Brasileira de Sinais.

1. A sintaxe espacial;

2. Estrutura da frase em Libras: sentenças afirmativas, interrogativas e negativas.

VIII. Língua de Sinais (básico).

1. Alfabeto datilológico; saudações; pronomes; advérbios; números e quantidade; relações de parentesco; valores monetários; noções de tempo; calendário; meios de comunicação; tipos de verbos; animais; objetos; classificadores; meios de transportes; alimentos; profissões, material escolar, adjetivos.

METODOLOGIA DE ENSINO.

Utilização de recursos didáticos disponíveis (Quadro branco, Pincéis Coloridos, Projetor multimídia, computador). Aplicação de trabalhos individuais, apresentação de seminários.

AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

• Avaliações escritas;

• Relatórios de algumas atividades práticas;

• Trabalhos individuais e em grupo (listas de exercícios, pesquisas, seminários);

• O processo de avaliação é contínuo e cumulativo;

• O aluno que não atingir 70% do desempenho esperado fará Avaliação Final.

• O resultado final será composto do desempenho geral do aluno.

RECURSOS DIDÁTICOS NECESSÁRIOS

Projetor multimídia, notebook, internet, câmera fotográfica, quadro branco, material para produção de materiais visuais entre outros.

 

BIBLIOGRAFIA.

REFERÊNCIAS

1.      ALBRES, N. de A. A construção dos sinais e sua mobilidade específica. In:

2.      LACERDA, C. B. F. de. SANTOS, L. F. dos. Tenho um aluno surdo, e agora?

3.      Introdução a LIBRAS e educação de surdos. São Carlos – SP: EdUFSCar, 2013.

4.      BAGNO, M. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola Editorial, 2007.

5.      BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília.

6.      Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm   Acesso em: 25 mar 2022.

7.      BRASIL. Decreto n. 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm  Acesso em: 25 mar 2022

8.      BRASIL. Lei 10.436, de 24 de Abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências. Disponível em:  http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/ leis/2002/l10436.htm  Acesso em: 25 mar 2022

9.      BRASIL. Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Disponível em: <http:// www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L10098.htm> Acesso em: 25 mar 2022

10.  BRASIL. Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências. Disponível em: <http:// www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10436.htm>. Acesso em: 25 mar 2022.

11.  BRASIL. Lei n. 12.319, de 1º de setembro de 2010. Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS. Disponível em: <http:// www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12319.htm>. Acesso em: 25 mar 2022.

12.  BRASIL. Lei Nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Disponível em http://www. planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm Acesso em: 25 mar 2022.

13.  BRITO, L. F. et. al. Língua Brasileira de Sinais-Libras. In: (Org.) BRASIL, Secretaria de Educação especial. Brasília: SEESP, 1998.

14.  ● BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática da língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, UFRJ, 1995.

15.  CARVALHO, C. de. Para compreender Saussure: fundamentos e visão crítica. 20. ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

16.  ● CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. 3ª Ed. São Paulo: Edusp, 2001. VlI e II.

17.  ● COUTINHO, Denise. Libras e língua portuguesa: semelhanças e diferenças. João Pessoa: Arpoador, Vol. II, 2000.

18.  ● COUTINHO, Denise. LIBRAS – Língua Brasileira de sinais e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. João Pessoa: Ideia. Vol. I, 1996.

19.  CORDEIRO, S. P. R. L. (2014). Ensino-Aprendizagem do Sujeito Surdo: um estudo de caso. Dissertação de mestrado em Estudos de Linguagem, Instituto de Linguagens, Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá/MT, 2014.

20.  FELIPE, T. A. O processo de formação de palavra na Libras. Educação Temática Digital, Campinas, v.7, n.2, p.200-217, jun. 2006.

21.  FELIPE. Libras em contexto: Curso básico. Manual do professor/instrutor. Brasília: Programa Nacional de Apoio à Educação dos Surdos, MEC, SEESP, 2001.

22.  FERREIRA, L. Por uma gramática da língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2010.

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25.  GÓES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, surdez e educação/ Maria Cecília Rafael de Góes. – 2. ed. Campinas, SP: Autores Associados, 1999. – (Coleção educação contemporânea).

26.  GOLDFELD, M. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sociointeracionista. São Paulo: Plexus Editora, 1997.

27.  GOLDFELD, M. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sócio-interacionista. São Paulo: Plexus, 1997.

28.  HALL, S. Identidades culturais na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1997.

29.  HLIBOWICKA-WĘGLARZ, B. Pidgin, língua franca, sabir: um estudo terminológico. Revista Romanica Olomucensia, Lublin – Polônia, 28/Jan, 2016.

30.  HONORA, M.; FRIZANCO, M. L. E. Livro Ilustrado de Língua Brasileira de Sinais: desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. II Título, São Paulo, Ciranda Cultural, 2009.

31.  KOJIM, C. K.; SEGALA, S. R. Dicionário Língua de Sinais: A imagem do Pensamento. São Paulo: Escala, 2002.

32.  M. E. Manual de Linguística. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2013.

33.  MARTELOTTA, M. E. Dupla Articulação. In: MARTELOTTA, M. E. (Org.). Manual de Linguística. 2.ed. São Paulo: Contexto, 2013. p. 37 – 41

34.  MARTELOTTA, M. E; WILSON, V. Arbitrariedade e Iconicidade. In: MARTELOTTA, M. E. (org.). Manual de linguística. São Paulo: Contexto, 2010 (pp. 71-86).

35.  McCLEARY, L.; VIOTTI, E. Língua e gesto em línguas sinalizadas. Veredas Online - Atemática, vol.1, 2011.

36.  PEDROZA, C. R. Vocabulário de Libras. APM/CEADA. Campo Grande/MS, 2015.

37.  PERLIN, G. Identidades Surdas. In: Skliar (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1998.

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39.  PERLIN, G.; MIRANDA, W. Surdos: o Narrar e a Política. In: Estudos Surdos – Ponto de Vista. Revista de Educação e Processos Inclusivos, Florianópolis, UFSC/NUP/CED, n. 5, 2003.

40.  QUADROS, R. M. de; KARNOPP, L. B. Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.

41.  QUADROS, R. M. Educação de Surdos – Aquisição da Linguagem. 1. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

42.  QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Secretaria de Educação Especial, Programa Nacional de Apoio à

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44.  QUADROS, R. M; KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.

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47.  SANTOS, M. R.. Educação de surdos: o discurso da inclusão educacional produzido por surdos e ouvintes. 2017. 137 f. Dissertação de mestrado em Letras e Artes. Escola Superior de Artes e Turismo, Universidade do Estado do Amazonas, Manaus/AM, 2017.

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49.  SAUSSURE, F. de (1916). Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 2006.

50.  SILVA, K. V. Dicionário de conceitos históricos. 2.ed., 2ª reimpressão. – São Paulo: Contexto, 2009.

51.  SKLIAR, C. Um olhar sobre o nosso olhar acerca da surdez e das diferenças. In: A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Editora Mediação, 1998. p. 7-32.

52.  SOUSA, Danielle Vanessa Costa et al. O ensino de Libras para crianças ouvintes: uma pesquisa etnográfica centrada na interação em sala de aula. 2021.

53.  SPINASSÉ, K. P. Os conceitos de língua materna, segunda língua e língua estrangeira e os falantes de línguas alóctones minoritárias no sul do Brasil. In: Revista contingentia, V. 1, N. 1, Nov. 2006, p.01-10.

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55.  STRNADOVÁ, V. Como é ser surdo. Petrópolis: Babel Editora, 2000.

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60.  THOMA, A. da S.; LOPES, M. C. (Org.). A Invenção da Surdez: cultura, alteridade, identidade e diferença no campo da educação. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2004.

61.  VASCONCELOS, Norma Abreu e Lima Maciel de Lemos. Inclusão e realidade: um olhar sobre a pessoa surda. 2006. Dissertação – Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2006.

62.  VELOSO, E.; MAIA FILHO, V. Aprenda Libras com eficiência e rapidez. Vol1. Curitiba/PR, Mãos Sinais, 2009.

63.  VYGOTSKI, L. S. Obras Completas. Fundamentos de Defectologia. v. 5. La Habana: Editorial Pueblo Educación, 1989.

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